Este blog é fruto da vontade de pesquisadores/as unidos/as pelo interesse em pensar a experiência da infância na contemporaneidade amplamente perpassada pelas novas tecnologias da comunicação. Tem o objetivo de agregar informações relevantes acerca da criança e sua participação na cultura midiática infantil, com o intuito de refletir sobre a experiência da infância e os agenciamentos promovidos a partir das redes sociais.
terça-feira, 19 de novembro de 2013
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Movimento de desaceleração da rotina das crianças
http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2013/11/1370057-movimento-prega-a-desaceleracao-da-rotina-das-criancas.shtml
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Reportagem: A ilusão das redes sociais
http://www.cartanaescola.com.br/single/show/250/a-ilusao-das-redes-sociais
O narcisismo, a superficialidade e o distanciamento, entre outras características das relações virtuais, formam pessoas cada vez mais individualistas e egoístas
Por Dulce Critelli — publicado na edição 81, de novembro de 2013
É indiscutível o importante papel que as redes sociais desempenham hoje
nos rumos de nossa vida política e privada. São indiscutíveis também os
avanços que introduziram nas comunicações, favorecendo o reencontro e a
aproximação entre as pessoas e, se forem redes profissionais,
facilitando a visibilidade e a circulação de pessoas e produtos no
mercado de trabalho. A velocidade com que elas veiculam notícias, a
extensão territorial alcançada e a imensa quantidade de pessoas que
atingem simultaneamente não eram presumíveis cerca de uma década atrás,
nem mesmo pelos seus criadores. Temos sido testemunhas, e também alvo,
do seu poder de convocação e mobilização, assim como da sua eficiência
em estabelecer interesses comuns rapidamente, a ponto de atuarem como
disparadoras das várias manifestações e movimentos populares em todo o
mundo atual.
Portanto, não podemos sequer supor que elas tragam somente meras mudanças de costumes, porque seu peso, associado ao desenvolvimento da informática, é semelhante à introdução da imprensa, da máquina a vapor ou da industrialização na dinâmica do nosso mundo. As redes sociais provocam mudanças de fundo no modo como as nossas relações ocorrem, intervindo significativamente no nosso comportamento social e político. Isso merece a nossa atenção, pois acredito que uma característica das redes sociais é, por mais contraditório que pareça, a implantação do isolamento como padrão para as relações humanas.
Ao participar das redes sociais acreditamos ter muitos amigos à nossa volta, sermos populares, estarmos ligados a todos os acontecimentos e participando efetivamente de tudo. Isso é uma verdade, mas também uma ilusão, porque essas conexões são superficiais e instáveis. Os contatos se formam e se desfazem com imensa rapidez; os vínculos estabelecidos são voláteis e atrelados a interesses momentâneos.
Além disso, as relações cultivadas nas redes sociais se baseiam na virtualidade, portanto, no distanciamento físico entre as pessoas. Isso nos permite, com facilidade, entrar em contato com as pessoas e afastá-las quando bem quisermos. Tal virtualidade garante comunicação sem intimidade. Em 1995, quando as redes sociais nem sequer eram cogitadas, o filme americano Denise Calls Up (Denise Está Chamando) já apresentava uma crítica às relações estabelecidas entre as pessoas através dos recursos da época: computador, telefone e aqueles enormes celulares. Os personagens eram alguns amigos que se comunicavam continuamente, mas tinham muitas dificuldades e até mesmo aversão de se encontrar pessoalmente. Também namoro e sexo aconteciam virtualmente.
Nunca me esqueci desse filme, impressionada que fiquei com a possibilidade, hoje tão iminente, de mutações essenciais nas condições de nossa existência. O que aconteceria conosco se não precisássemos mais da proximidade física de uns com os outros? O que morreria em nós, se essa proximidade deixasse de acontecer?
Quando Hannah Arendt, pensadora contemporânea da política, analisou os totalitarismos do século passado, apontou para o projeto desses sistemas de tornarem os homens supérfluos. Para tanto, entre outros expedientes, mantinham as pessoas isoladas umas das outras.
Separavam-nas de seus familiares, de suas comunidades, inclusive das pessoas com quem coabitavam nos galpões dos campos de concentração, instaurando entre elas a suspeita e o medo de delações. Isolavam classes sociais promovendo contendas e animosidades entre elas. Isolavam as pessoas do seu próprio eu, exaurindo-as com trabalho e mantendo-as doentes e famintas. O isolamento torna os indivíduos manipuláveis e controláveis, como coisas. Os sistemas totalitários sabem muito bem que, isolados, os homens perdem a capacidade de se expor e de agir.
Na nossa atualidade o isolamento tem um perfil diferente, porque é mais voltado para a intensificação do individualismo, cujos interesses afastam-se a cada vez mais das questões sociais. As recentes manifestações populares embora devam sua ocorrência às redes sociais, mantêm o caráter do individualismo e do isolamento, pois os participantes não criam vínculos entre si. Expressam suas opiniões, caminham juntos, mas é só isso.
Arendt tem por pressuposto de suas análises a condição humana da pluralidade, ou seja, o fato de vivermos entre homens e jamais chegarmos a ser nem um ser humano nem mesmo os indivíduos que somos longe da companhia dos outros. Os outros, tanto quanto o ambiente em que vivemos, nos constituem, daí que, se o distanciamento interpessoal for se estabelecendo como nova condição de existência, nossa própria humanidade poderá sofrer o impacto de uma mutação.
Os próprios equipamentos para acesso às redes, que estão conosco o tempo todo e exercem intenso fascínio sobre nós, corroboram com esse isolamento. Tenho ficado irritada com muitos de meus alunos que ficam consultando seus celulares e notebooks durante as aulas, como se estivessem fazendo anotações, mas acho que estão ligados às redes sociais. Talvez as aulas, sobretudo as de Filosofia, sejam muito chatas. Nelas não se pode pular de um assunto para outro, nem entrar em contato com múltiplas informações ao mesmo tempo, como se faz nas telas do computador, nem ficar livre de esforços do pensamento com análises e reflexões. Nas aulas não se pode passar por alto dos assuntos e situações.
Já em 1927, em seu livro Ser e Tempo, Martin Heidegger percebia esse comportamento cotidiano dos indivíduos de tomar tudo pelo aspecto e o nomeou de “avidez de novidades”. O que interessa é sempre a próxima novidade, o próximo assunto, a próxima notícia... Também identificava como “falação” um comportamento complementar: todos falam sobre tudo, sabem de tudo, mas não compreendem nada em profundidade.
Parece que “falação” e “avidez de novidades” estruturam a participação nas redes sociais. As pessoas já estão acostumadas a comentários rápidos e superficiais sobre tudo e todos. É fácil ver nesses comentários a preocupação de cada qual em simplesmente dar sua opinião, mais do que ouvir a alheia. A opinião do outro é apenas a oportunidade para se expressar a sua própria.
O outro parece importar, mas de fato não importa. Importam apenas a própria posição e a autoexposição. Daí a constante informação sobre as viagens, os pensamentos, as emoções, as atividades de alguém. É preciso estar em cena e sempre. Há nisso um evidente desenvolvimento do narcisismo e, consequentemente, do reforço do distanciamento entre as pessoas.
Faz parte desse narcisismo o fato de as pessoas terem de tratar a si mesmas como se fossem mercadorias. Em alguns de seus escritos, Zygmunt Bauman tem apontado para a necessidade das pessoas, sobretudo dos jovens, de se ocuparem sobremaneira com sua imagem nas redes sociais. Elas precisam escolher as fotos que melhor as apresentem, que as tornem atraentes e desejáveis. Aquelas que não souberem se vender correm o risco da invisibilidade e da exclusão.
Meu propósito, aqui, foi apenas o de levantar dados para uma reflexão. Mas quero acentuar que essas tendências das redes sociais – a virtualidade, o distanciamento, a superficialidade, a superfluidade do ser humano, a exposição narcísica, a ilusão de intimidade e popularidade, a “falação” e a “avidez de novidades”... – constituem o padrão de isolamento das relações pessoais. E quanto mais isolados, mais ficamos à mercê de controles e manipulações. Cada vez mais ameaçados na autoria do nosso destino pessoal e político.
Portanto, não podemos sequer supor que elas tragam somente meras mudanças de costumes, porque seu peso, associado ao desenvolvimento da informática, é semelhante à introdução da imprensa, da máquina a vapor ou da industrialização na dinâmica do nosso mundo. As redes sociais provocam mudanças de fundo no modo como as nossas relações ocorrem, intervindo significativamente no nosso comportamento social e político. Isso merece a nossa atenção, pois acredito que uma característica das redes sociais é, por mais contraditório que pareça, a implantação do isolamento como padrão para as relações humanas.
Ao participar das redes sociais acreditamos ter muitos amigos à nossa volta, sermos populares, estarmos ligados a todos os acontecimentos e participando efetivamente de tudo. Isso é uma verdade, mas também uma ilusão, porque essas conexões são superficiais e instáveis. Os contatos se formam e se desfazem com imensa rapidez; os vínculos estabelecidos são voláteis e atrelados a interesses momentâneos.
Além disso, as relações cultivadas nas redes sociais se baseiam na virtualidade, portanto, no distanciamento físico entre as pessoas. Isso nos permite, com facilidade, entrar em contato com as pessoas e afastá-las quando bem quisermos. Tal virtualidade garante comunicação sem intimidade. Em 1995, quando as redes sociais nem sequer eram cogitadas, o filme americano Denise Calls Up (Denise Está Chamando) já apresentava uma crítica às relações estabelecidas entre as pessoas através dos recursos da época: computador, telefone e aqueles enormes celulares. Os personagens eram alguns amigos que se comunicavam continuamente, mas tinham muitas dificuldades e até mesmo aversão de se encontrar pessoalmente. Também namoro e sexo aconteciam virtualmente.
Nunca me esqueci desse filme, impressionada que fiquei com a possibilidade, hoje tão iminente, de mutações essenciais nas condições de nossa existência. O que aconteceria conosco se não precisássemos mais da proximidade física de uns com os outros? O que morreria em nós, se essa proximidade deixasse de acontecer?
Quando Hannah Arendt, pensadora contemporânea da política, analisou os totalitarismos do século passado, apontou para o projeto desses sistemas de tornarem os homens supérfluos. Para tanto, entre outros expedientes, mantinham as pessoas isoladas umas das outras.
Separavam-nas de seus familiares, de suas comunidades, inclusive das pessoas com quem coabitavam nos galpões dos campos de concentração, instaurando entre elas a suspeita e o medo de delações. Isolavam classes sociais promovendo contendas e animosidades entre elas. Isolavam as pessoas do seu próprio eu, exaurindo-as com trabalho e mantendo-as doentes e famintas. O isolamento torna os indivíduos manipuláveis e controláveis, como coisas. Os sistemas totalitários sabem muito bem que, isolados, os homens perdem a capacidade de se expor e de agir.
Na nossa atualidade o isolamento tem um perfil diferente, porque é mais voltado para a intensificação do individualismo, cujos interesses afastam-se a cada vez mais das questões sociais. As recentes manifestações populares embora devam sua ocorrência às redes sociais, mantêm o caráter do individualismo e do isolamento, pois os participantes não criam vínculos entre si. Expressam suas opiniões, caminham juntos, mas é só isso.
Arendt tem por pressuposto de suas análises a condição humana da pluralidade, ou seja, o fato de vivermos entre homens e jamais chegarmos a ser nem um ser humano nem mesmo os indivíduos que somos longe da companhia dos outros. Os outros, tanto quanto o ambiente em que vivemos, nos constituem, daí que, se o distanciamento interpessoal for se estabelecendo como nova condição de existência, nossa própria humanidade poderá sofrer o impacto de uma mutação.
Os próprios equipamentos para acesso às redes, que estão conosco o tempo todo e exercem intenso fascínio sobre nós, corroboram com esse isolamento. Tenho ficado irritada com muitos de meus alunos que ficam consultando seus celulares e notebooks durante as aulas, como se estivessem fazendo anotações, mas acho que estão ligados às redes sociais. Talvez as aulas, sobretudo as de Filosofia, sejam muito chatas. Nelas não se pode pular de um assunto para outro, nem entrar em contato com múltiplas informações ao mesmo tempo, como se faz nas telas do computador, nem ficar livre de esforços do pensamento com análises e reflexões. Nas aulas não se pode passar por alto dos assuntos e situações.
Já em 1927, em seu livro Ser e Tempo, Martin Heidegger percebia esse comportamento cotidiano dos indivíduos de tomar tudo pelo aspecto e o nomeou de “avidez de novidades”. O que interessa é sempre a próxima novidade, o próximo assunto, a próxima notícia... Também identificava como “falação” um comportamento complementar: todos falam sobre tudo, sabem de tudo, mas não compreendem nada em profundidade.
Parece que “falação” e “avidez de novidades” estruturam a participação nas redes sociais. As pessoas já estão acostumadas a comentários rápidos e superficiais sobre tudo e todos. É fácil ver nesses comentários a preocupação de cada qual em simplesmente dar sua opinião, mais do que ouvir a alheia. A opinião do outro é apenas a oportunidade para se expressar a sua própria.
O outro parece importar, mas de fato não importa. Importam apenas a própria posição e a autoexposição. Daí a constante informação sobre as viagens, os pensamentos, as emoções, as atividades de alguém. É preciso estar em cena e sempre. Há nisso um evidente desenvolvimento do narcisismo e, consequentemente, do reforço do distanciamento entre as pessoas.
Faz parte desse narcisismo o fato de as pessoas terem de tratar a si mesmas como se fossem mercadorias. Em alguns de seus escritos, Zygmunt Bauman tem apontado para a necessidade das pessoas, sobretudo dos jovens, de se ocuparem sobremaneira com sua imagem nas redes sociais. Elas precisam escolher as fotos que melhor as apresentem, que as tornem atraentes e desejáveis. Aquelas que não souberem se vender correm o risco da invisibilidade e da exclusão.
Meu propósito, aqui, foi apenas o de levantar dados para uma reflexão. Mas quero acentuar que essas tendências das redes sociais – a virtualidade, o distanciamento, a superficialidade, a superfluidade do ser humano, a exposição narcísica, a ilusão de intimidade e popularidade, a “falação” e a “avidez de novidades”... – constituem o padrão de isolamento das relações pessoais. E quanto mais isolados, mais ficamos à mercê de controles e manipulações. Cada vez mais ameaçados na autoria do nosso destino pessoal e político.
Animação: The lighthouse
http://www.contioutra.com/animacao-que-ganhou-27-premios-internacionais-thelighthouse-farol-emocionante/
O autor é Po Chou Chi, um jovem director, natural de Taiwan, radicado em Los Angeles, produziu o curta Lighthouse (“Farol”). Cheio de subtilezas e simbolismos, o filme trata delicadamente da relação entre pai e filho, do crescimento, de amor e respeito. Mostra que o fim também é o começo.
Assista, é um filme emocionante!
O autor é Po Chou Chi, um jovem director, natural de Taiwan, radicado em Los Angeles, produziu o curta Lighthouse (“Farol”). Cheio de subtilezas e simbolismos, o filme trata delicadamente da relação entre pai e filho, do crescimento, de amor e respeito. Mostra que o fim também é o começo.
Assista, é um filme emocionante!
domingo, 10 de novembro de 2013
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Fotografias de sala-de-aula ao redor do mundo
http://www.hypeness.com.br/2012/10/fotografo-registra-salas-de-aula-ao-redor-do-mundo/?fb_action_ids=655938991104876&fb_action_types=og.recommends&fb_source=other_multiline&action_object_map={%22655938991104876%22%3A293520070753655}&action_type_map={%22655938991104876%22%3A%22og.recommends%22}&action_ref_map=[]
terça-feira, 29 de outubro de 2013
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
terça-feira, 15 de outubro de 2013
terça-feira, 10 de setembro de 2013
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Escola Pública de Animação e Educação, Juventude Madrid completa 30 anos
http://brasilemrede.com.br/index.php/noticias/955-rede-sustentabilidade-prepara-pre-filiacao.html
"En la década de los 80, los movimientos sociales, que empiezan a descomponerse tal y como se entendían en el final de la dictadura, comienzan a transformarse a través de nuevas formas de participación. Las asociaciones comienzan a tener una presencia explícita en la calle y reclaman un espacio de formación sociocultural donde poder encontrar un reconocimiento y una profundización en la intervención educativa que están realizando. A comienzos de década se crea la Escuela de Animación desde la Dirección General de Juventud de la Comunidad de Madrid con el objetivo de dar respuesta a esta demanda y a la situación juvenil. Situación esta, reflejo de la crisis socioeconómica que cursa con consecuencias importantes para la salud de los jóvenes. En estos tiempos, la Escuela realiza formación en las titulaciones oficiales en Animación Sociocultural y se incide prioritariamente en el Tiempo Libre como espacio educativo y de prevención de conductas no saludables. Es el boom de la Animación Sociocultural en España y se crean muchas Escuelas de Tiempo Libre, asociaciones y entidades sociales, etc. "http:// historiasdelaescuela.wordpress. com/about/
"En la década de los 80, los movimientos sociales, que empiezan a descomponerse tal y como se entendían en el final de la dictadura, comienzan a transformarse a través de nuevas formas de participación. Las asociaciones comienzan a tener una presencia explícita en la calle y reclaman un espacio de formación sociocultural donde poder encontrar un reconocimiento y una profundización en la intervención educativa que están realizando. A comienzos de década se crea la Escuela de Animación desde la Dirección General de Juventud de la Comunidad de Madrid con el objetivo de dar respuesta a esta demanda y a la situación juvenil. Situación esta, reflejo de la crisis socioeconómica que cursa con consecuencias importantes para la salud de los jóvenes. En estos tiempos, la Escuela realiza formación en las titulaciones oficiales en Animación Sociocultural y se incide prioritariamente en el Tiempo Libre como espacio educativo y de prevención de conductas no saludables. Es el boom de la Animación Sociocultural en España y se crean muchas Escuelas de Tiempo Libre, asociaciones y entidades sociales, etc. "http://
terça-feira, 20 de agosto de 2013
Documentário: "O que aprendi com a desescolarização"
http://www.youtube.com/watch?v=QveTf5DekIo&feature=youtu.be
Documentário: "O que aprendi com a desescolarização" , uma conversa com Ana Thomaz.
Fica a dica, eu, particularmente tenho minhas ressalvas, mas há elementos valiosos ali..
Documentário: "O que aprendi com a desescolarização" , uma conversa com Ana Thomaz.
Fica a dica, eu, particularmente tenho minhas ressalvas, mas há elementos valiosos ali..
domingo, 21 de julho de 2013
Video da Julia: Saindo dos padrões "Viva o cacheado"
http://www.youtube.com/watch?v=cHie91NYx1M
Menina Julia ensina como assumir e gostar de seu cabelo. Uma graça! Na rede de criança para criança.
Menina Julia ensina como assumir e gostar de seu cabelo. Uma graça! Na rede de criança para criança.
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Projeto: Documentário "Quando sinto que já sei"
A proposta do documentário Quando Sinto Que já Sei é levantar uma discussão sobre o atual momento da educação no Brasil.
http://catarse.me/pt/quandosintoquejasei
segunda-feira, 1 de abril de 2013
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