segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

É possível vender pela qualidade, "sem apelos antiéticos e injustos"


http://www.cartacapital.com.br/sociedade/publicidade-infantil-2706.html
Em depoimento a CartaCapital, Ekaterine Karageorgiadis, advogada do Instituto Alana, explica a publicidade infantil e seus malefícios.

A batalha pela publicidade infantil

http://www.cartacapital.com.br/sociedade/publicidade-infantil-2706.html
Vedacit
A gigante Maurício de Sousa Produções prevê caos econômico se restrições forem impostas, mas entidades defendem resolução que trata propaganda como abusiva

A publicação de um estudo contratado pela gigante do entretenimento Maurício de Sousa Produções (MSP) neste mês esquentou a briga pela legitimidade do mercado publicitário infantil. A pesquisa questiona resolução do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) que considera a publicidade infantil abusiva, e pinta um quadro de desastre para a economia caso a recomendação seja cumprida. Em 2015, o tema deve continuar mobilizando forças dos dois lados, pois será debatido no Congresso.

O levantamento divulgado pela MSP foi realizado pela GO Associados. Segundo os números, a produção destinada ao público infantil gera 51,4 bilhões de reais em produção na economia nacional, 1,17 bilhão de empregos, mais de 10 bilhões de reais em salários e quase 3 bilhões em tributos. Com as propostas do Conanda em prática, que restringem nas peças publicitárias o uso de linguagem infantil, de personagens e de ambientes que remetem à infância, as perdas seriam, segundo a MSP, de 33,3 bilhões em produção, cerca de 728 mil empregos, 6,4 bilhões em salários e 2,2 bilhões em tributos.

Leia mais: http://www.cartacapital.com.br/sociedade/publicidade-infantil-2706.html

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Crianças representam DEus em desenhos

http://www1.folha.uol.com.br/serafina/2014/12/1560920-criancas-de-9-religioes-diferentes-desenham-seu-jeito-de-encarar-deus.shtml


quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Histórias do dedeão do pé do fim do mundo (Manoel de Barros)

https://www.youtube.com/watch?v=a-HDwM3jebY&feature=youtu.be

Manifesto: acreditamos na TV infantil

http://www.fundacionava.org/?section=recordtables-articulos-y-reportajes&action=ficha&contentid=2477





"Creer en la televisión infantil supone en primer lugar reivindicar su existencia, asumir que los niños tienen derecho a ser reconocidos como un público singular y complejo. Pero supone además plantearse qué es lo que hace que un programa reciba esta calificación ¿su horario de emisión?, ¿su narrativa?, ¿sus fines comerciales?  No creemos en cualquier programa que se autoproclame para niños. No. Creemos en una verdadera televisión infantil.

Creemos en la Universidad y la Academia como agentes fundamentales del proceso de creación de contenidos para los niños. Lo son, porque una fundamentación teórica dota a la televisión infantil de un -más que merecido- reconocimiento como producto cultural digno de estudio. Un objeto poliédrico e ideológico, íntimamente ligado a los procesos socioculturales, que evoluciona y forja conciencias. Creemos en la Universidad, como impulsora del encuentro de los distintos agentes del proceso de producción, que abre espacios de reflexión y replanteamientos permanentes.


Creemos en una televisión infantil que estudia a su audiencia con rigor, que se sirve de la investigación cualitativa para entender al niño más allá de su faceta como consumidor. Estudios que pongan de manifiesto las auténticas necesidades y aspiraciones de una infancia avocada a vivir en una sociedad audiovisual, de una infancia con el derecho inalienable de disponer de una televisión de calidad.

Creemos por tanto que los estados democráticos no pueden ser ajenos a esta necesidad. Creemos en una televisión pública a la vanguardia de la producción de contenidos infantiles, creativa, innovadora, arriesgada. Capaz de competir con las cadenas privadas, pero sin perder su vocación formadora, su sensibilidad social, su localismo y su capacidad de hablar a un niño concreto, geográfica y políticamente localizado, que desea pensar su lugar en la sociedad como ciudadano y no como consumidor.

Y a la vez, y sin ningún complejo, creemos en la industria. Pero no en cualquier industria. Creemos en una industria fuerte y sólida, fuente de trabajo para los profesionales de nuestros países. Industrias nacionales que compitan de tú a tú con los imperios mediáticos norteamericanos. Industrias valientes, sin complejos, que no parasiten las instituciones, sino que sepan ganarse a golpe de calidad el reconocimiento de su público. Una industria comprometida con las nuevas tecnologías, aventurera, que incorpore el uso de las narrativas transmediáticas, los nuevos dispositivos y la participación de los usuarios en sus producciones. Con profesionales formados y competentes, cuyos conocimientos, solo sean superados por la pasión a su trabajo. Creemos en una industria internacional, que sepa competir en el mejor sentido de la palabra. Una industria iberoamericana, que entienda la simbiosis de capitales, profesionales, y cultura como el único camino para hacerse un hueco en el mercado internacional.

Creemos en la televisión infantil, como una forma de cultura, como una necesidad de las sociedades, y como una industria rentable y con futuro. Pero sobre todo, creemos en la televisión infantil porque creemos en el niño. La infancia que es principio y final de todo nuestro proceso, ha de ser nuestro referente y nuestra piedra angular. El niño como un espectador inteligente y con sentido crítico, cuyos derechos no se reducen a consumir lo que la televisión le ofrece, sino a ser interpelado, entretenido e inspirado a partes iguales. Un niño de este siglo que tiene derecho a expresarse, que puede crear y producir contenidos digitales y cuyas producciones deben ser tomadas en cuenta por esa televisión infantil.

Solo así podremos crear una televisión desde y para el niño. Solo así. Asumiendo la responsabilidad que implica volver a nuestros países, mirar al horizonte y decir con convicción: Creemos en la Televisión Infantil".


Firmado: Estudiantes del I Curso de Experto “Producción de Contenidos Audiovisuales para el Público Infantil”

Dirección y Coordinación del Curso: Prof. Dra. Jacqueline Sánchez Carrero, Prof. Mag. Yamile Sandoval Romero, Lic. Enrique A. Martínez López.

Huelva, España. Otoño de 2014.


Para saber más de este I Curso de Experto visita su blog.

El enlace al vídeo es: https://www.youtube.com/watch?v=flK6JFMg3p4


Filme: Tarja Branca

http://www.viewster.com/movie/1286-18894-000/drops-of-joy/

Filme: Como nas estrelas


https://www.youtube.com/watch?v=b6J0CCuA11w

Filme sobre crianças, infância e dislexia

Nova derrota da publicidade infantil

http://outraspalavras.net/destaques/a-nova-derrota-da-publicidade-infantil/
141202_publicidade infantil

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Por que gosto de crianças

Esqueça essa história de que elas são puras, angelicais e ingênuas. O ser humano não é assim; e elas não são alienígenas. Também não quer dizer que perto delas nos sentimos mais jovens. Balela: elas têm uma energia que nos faz lembrar como já tivemos mais fôlego. Elas são engraçadas o tempo inteiro? Ao contrário. As menores não se constrangem em mostrar a tristeza e, como num drama televisivo mexicano, aprofundam a dor enquanto podem.

Eu gosto de crianças porque elas são um desafio. Pouco treinadas na arte das regras sociais, subvertem os códigos das respostas esperadas, dos comportamentos aceitáveis, do contrato de boas maneiras. Eu não quero dizer que adoro crianças birrentas e mimadas. Aliás, é comum ouvirmos hoje que os “miúdos”, como se diz cá em Portugal, estão cada vez mais terríveis. Mas não há nada de errado ou diferente com os meninos e meninas de hoje. O que parece ter mudado é o crescimento de uma dificuldade profunda dos pais em mostrar a seus filhos que a vida cotidiana é formada também por tijolos de frustração, entremeados por incompletude em massa.  O processo de educar, no sentido doméstico do termo, é mostrar que fazemos o possível, e conseguimos o que podemos.Por Juliana Boretto  Leia mais

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Por que não explicar tudo para a criança pequena

http://www.antroposofy.com.br/wordpress/por-que-nao-explicar-tudo-para-a-crianca-pequena/

“O ser humano leva 21 anos para adquirir maior consciência das coisas. Esse tempo é o tempo que o sistema nervoso central leva para mielinizar todas suas células nervosas, isto é, deixa-las maduras. Essa bainha de mielina é a responsável pelas conexões nervosas (sinapses) entre os neurônios. A criança não tem consciência das coisas como nós adultos já a temos. Ela não tem discernimento, crítica e julgamento ainda sobre as coisas da vida. Ter consciência significa fazer as sinapses entre os neurônios. Nas sinapses há um dispêndio de energia muito grande. Quando exigimos da criança que aprenda algo com a cabecinha, ou entenda as coisas como nós queremos que ela entenda, estamos fazendo com que ela use essas forças formativas que estão plasmando os órgãos para a compreensão e o entendimento e aí nós as desvitalizamos e promovemos uma má formação dos órgãos para o resto de suas vidas!” - See more at: http://www.antroposofy.com.br/wordpress/por-que-nao-explicar-tudo-para-a-crianca-pequena/#sthash.D7V70tJc.dpuf

Movimento sugere desacelerar rotina das crianças

http://ciclovivo.com.br/noticia/movimento-sugere-desacelerar-rotina-das-criancas

O movimento busca incentivar o maior contato com a natureza para a saúde física e mental.

Idealizado pelo Instituto Alana, o projeto “Slow Kids” promove eventos com programação voltada para as famílias. Sessões de cinema ao ar livre, piquenique, música e brincadeiras são algumas das atividades. O movimento afirma que é preciso dar espaço para que as crianças se conheçam, investiguem seus interesses, capacidades e emoções.

La Espiral: para niños de cualquier país, de cualquier planeta

http://www.cubadebate.cu/noticias/2014/11/06/la-espiral-para-ninos-de-cualquier-pais-de-cualquier-planeta/#.VFy8VPDouSRespiral

vette Ávila hace cosas sus manos. Usa cera, tela, cartón, casi cualquier material que sirva para dar vida. Y tanta les insufla que cierta ocasión alguienla abordó en la calle para contarle conmocionado que una criatura suya, una vez llevada a casa, había pestañado.
Es ella, bióloga devenida animadora, la presidenta del Festival Infantil del Audiovisual La Espiral, que abre la convocatoria a su tercera edición, en La Habana entre el 13 y el 21 de marzo de 2015.
Nacido en 2012, ha mostrado gran diversidad de propuestas en cuanto a visualidad y contenido, pero su principal relevancia está en el protagonismo de los niños, incluso como cineastas. Sus sedes han acogido más de un centenar de obras audiovisuales hechas por niños y adolescentes de Cuba, Argentina, Colombia, Bélgica, Francia, Finlandia, Congo, Venezuela y otros países.
Ivette describe La Espiral, más que como un festival, como “una fiesta para los niños y adolescentes…con una participación activa de ellos, totalmente protagónica: en este espacio (que cada vez tiene más sedes físicas) los niños acceden a películas hechas por otros niños, eligen y premian, pueden intercambiar con realizadores, ver exposiciones sobre el cine de animación o de obras plásticas hechas por niños, asisten a obras de teatro o a talleres donde aprenden más sobre el cine.

video: criança brinca em SP? ( Território do brincar)

https://www.youtube.com/watch?v=sOd4oIzVa34&feature=youtu.be

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Filme: Quando sinto que já sei

https://www.youtube.com/watch?v=HX6P6P3x1Qg

www.quandosintoquejasei.com.br


O documentário “Quando sinto que já sei” registra práticas educacionais inovadoras que estão ocorrendo pelo Brasil. A obra reúne depoimentos de pais, alunos, educadores e profissionais de diversas áreas sobre a necessidade de mudanças no tradicional modelo de escola.
Projeto independente,  o filme partiu de questionamentos em relação à escola convencional, da percepção de que valores importantes da formação humana estavam sendo deixados fora da sala de aula.
Durante dois anos, os realizadores visitaram iniciativas em oito cidades brasileiras – projetos que estão criando novas abordagens e caminhos para uma educação mais próxima da participação cidadã, da autonomia e da afetividade. A etapa final do projeto foi financiada com a colaboração de 487 apoiadores pela plataforma de financiamento coletivo Catarse.

Filme: Borboletas de Zagorsck

http://geografiadainfancia.blogspot.com.br/2014/05/borboletas-de-zagorsk-bbc-1992-projeto.html?m=1

o documentário Borboletas de Zagorsk, um filme produzido em 1992 pela BBC, que aborda o trabalho desenvolvido com crianças surdas e cegas, inspirado na teoria de Lev Vigotski. O documentário possui 80 minutos e está dividido em partes neste blog