Éstetica, arte, criação.. pra quem faz, pra quem consome, ou mesmo na própria relação dialética, da interação, da relação, da interdependência de quem faz e de quem interpreta, do todo e das partes. O desafio e a sede de aprender, aprender com o improvável, hoje discuti sobre um vídeo com meu filho de cinco anos. O que dizer da indústria cultural, cultura de massa, cultura acrítica, ideologia midiática quando a gente pensa em conceitos como receptividade, apropriação, ressiginificação, agenciamento... conceitos complexos de adulto, mas comunicavéis, ricos pelas possibilidades das linguagens. Falo do vídeo que assisti com ele e posso dizer que desse encontro aprendi mais do que ensinei. Compartilho com vocês.
http://www.youtube.com/watch?v=ps2x29MvfEU

Nenhum comentário:
Postar um comentário